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13 de julho de 2012

Jesus, o Pastor que acolhe todos os filhos de Deus



Dia: 10/07/2012
Primeira Leitura: Oséias 8, 4-7.11-13

XIV  SEMANA COMUM*
(verde - ofício do dia)

Leitura da profecia de Oseias - Assim fala o Senhor: 4Constituíram reis sem minha aprovação, e chefes sem meu conhecimento. Fizeram para si ídolos de sua prata e de seu ouro, para a sua própria perdição. 5Rejeito teu bezerro (de ouro), ó Samaria! Minha cólera inflamou-se contra eles. Até quando não poderão eles purificar-se? 6Porque (esse bezerro) é obra de Israel, foi um artista que o fez; ele não é um deus, será, pois, despedaçado o bezerro de Samaria. 7Visto que semearam ventos, colherão tempestades; não terão sequer uma espiga, e o grão não dará farinha; e, mesmo que a desse, seria comida pelos estrangeiros. 11Efraim multiplicou os altares, e seus altares só lhe serviram para pecar. 12Mesmo que eu lhe escreva todos os preceitos de minha lei, ele a estimará como uma lei estrageira. 13Oferecem vítimas em sacrifício e comem-lhes as carnes, mas o Senhor não se compraz nelas. Doravante ele se lembrará da iniquidade deles, e punirá os seus pecados: voltarão para o Egito. - Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial(113)

REFRÃO: Confia, Israel, no Senhor!
1. O mar, à vista disso, fugiu, o Jordão volveu atrás. Os montes saltaram como carneiros; as colinas, como cordeiros. - R.
2. Que tens, ó mar, para assim fugires? E tu, Jordão, para retrocederes para a tua fonte? Ó montes, por que saltastes como carneiros, e vós, colinas, como cordeiros? - R.
3. Ante a face de Deus, treme, ó terra, por quem o rochedo se mudou em lençol de água, e a pedra em fonte de água viva. - R.
4. Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória, por amor de vossa misericórdia e fidelidade. Por que diriam as nações pagãs: Onde está o Deus deles? - R.

Evangelho: Mateus 9, 32-38


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus - Naquele tempo,32Logo que se foram, apresentaram-lhe um mudo, possuído do demônio. 33O demônio foi expulso, o mudo falou e a multidão exclamava com admiração: Jamais se viu algo semelhante em Israel. 34Os fariseus, porém, diziam: É pelo príncipe dos demônios que ele expulsa os demônios. 35Jesus percorria todas as cidades e aldeias. Ensinava nas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo mal e toda enfermidade. 36Vendo a multidão, ficou tomado de compaixão, porque estava enfraquecida e abatida como ovelhas sem pastor. 37Disse, então, aos seus discípulos: A messe é grande, mas os operários são poucos. 38Pedi, pois, ao Senhor da messe que envie operários para sua messe. - Palavra da salvação.

Reflexão - Mt 9, 32-38
Existem pessoas que vivem chorando pelos cantos por causa das ofensas e calúnias das quais são vítimas no trabalho evangelizador. O Evangelho de hoje nos mostra que não deve ser essa a atitude dos discípulos de Jesus. Quando Jesus realiza a expulsão de um demônio, é caluniado, pois afirmam que é pelo poder do mal que ele faz exorcismos. Jesus simplesmente continua a sua caminhada, preocupando-se com o sofrimento e as dores de todos os que encontra pelo caminho e fazendo o bem a todos, olhando a todos com compaixão e preocupando-se porque são como ovelhas que não têm pastor. Assim também devemos ser nós, não devemos viver preocupados com as calúnias que nos são dirigidas, mas sim preocupados em fazer o bem.

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O Amor

Primeira Coríntios 13

Se eu falasse todas as línguas, as dos homens e as dos anjos, mas não tivesse amor, seria como um bronze que soa ou um címbalo que retine.

Se eu tivesse o dom da profecia, se conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, se tivesse toda a fé, a ponto de remover montanhas, mas não tivesse amor, nada seria.

Se eu gastasse todos os meus bens no sustento dos pobres e até me fizesse escravo, para me gloriar, mas não tivesse amor, de nada me aproveitaria.

O amor é paciente, é benfazejo; não é invejoso, não é presunçoso nem se incha de orgulho; não faz nada de vergonhoso, não é interesseiro, não se encoleriza, não se alegra com a injustiça, mas fica alegre com a verdade. Ele desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo.

O amor jamais acabará. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá.

Com efeito, o nosso conhecimento é limitado, como também é limitado nosso profetizar. Mas quando vier o que é perfeito, desaparecerá o que é imperfeito.

Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Quando me tornei adulto, rejeitei o que era próprio de criança. Agora nós vemos num espelho, confusamente, mas, então veremos face a face. Agora, conheço apenas em parte, mas, então, conhecerei completamente, como sou conhecido.

Atualmente permanecem estas três: a fé, a esperança, o amor. Mas a maior delas é o amor.